Por que Cachorro come grama?

Por que Cachorro come grama?

O seu cachorro, nos passeios ou mesmo em casa, tem mania de comer grama? Depois de comer grama ele costuma vomitar? Isso pode ser mais comum do que você imagina!!!

Quem já não estranhou quando, nos passeios na praça, os cães passam a comer grama desesperadamente como se estivessem pastando? Se ele é um animal “semi carnívoro”, por que come grama como se fosse um herbívoro?

Normalmente, quando eles comem grama é porque estão sentindo algum desconforto gástrico e/ou intestinal. É muito comum comer grama para estimular o vômito ou mesmo acelerar o trânsito gastrointestinal.

Dor de estômago, gastrite, verminose, alimentação inadequada levando a dor e desconforto gástrico, digestão lenta com “alimento parado” no estômago, distensão gástrica por gazes, cólicas intestinais, gazes em alças intestinais, fezes muito ressecadas ou mesmo diarreia podem levar o animal a comer grama ou capim para induzir o vômito ou mesmo acelerar o trânsito intestinal, livrando-o do desconforto.

Caso esse comportamento seja muito frequente, o Médico Veterinário deve ser contactado para descartar algumas doenças que causariam a essas alterações gástricas e intestinais. Gastrite crônica, gastrite por Elicobacter (uma bactéria que pode viver no estômago), dieta inadequada, presença de vermes intestinais, falta de água na dieta (desidratação), obstrução intestinal, corpo estranho gástrico ou intestinal, entre outros, podem levar a esse hábito.

Existem também outras possibilidades para explicar por que o cão gostar de comer mato:

– Eles gostam do sabor do mato que esta comendo.

– Eles estão com fome.

– Eles não estão se sentindo bem e tentam comer alguma coisa para ver se isso ajuda na digestão.

– A grama/fonte de fibras faz parte de uma dieta semi carnívora, geralmente consumida quando eles se alimentavam de animais menores, como: coelhos, roedores, pássaros, etc, quando comendo o animal inteiro, também comiam o conteúdo do estômago com gramíneas.

O que pode ajudar para que ele se sinta melhor?

Alimentação adequada:

Ração de boa qualidade, indicado de acordo com a idade e o tamanho do animal, pode ser a melhor forma de evitar que uma dieta desbalanceada leve o seu animal a comer grama. O mais indicado é que essa ração, calculando o volume de acordo com o peso do animal, seja oferecida 2 a 3 vezes ao dia – pequenos volumes, várias vezes ao dia ao invez de uma refeição única.

Vermifugação periódica:

Dar remédio para vermes a cada 4 a 6 meses de acordo com o peso dele. Fazer um exame de fezes pode ajudar na escolha do remédio mais adequado

Fonte: http://petcare.com.br

Sarna demodécica canina

Sarna Demodécica canina

A sarna demodécica (popularmente conhecida como “sarna negra”), é uma doença causada por um ácaro chamado Demodex Canis. Este tipo de sarna não é contagiosa (ou seja, não é transmitida pelo contato direto com um cão doente). Existe uma predisposição genética para doença, que pode ser herdada da mãe, pai ou ambos, portadores da doença. Trata-se portanto de uma doença hereditária.

Acredita-se que além dos fatores ligados a genética, fatores que causem a queda de imunidade deste animal geneticamente predisposto, também esteja ligado com a manifestação da doença, entre eles:
• fatores que causem estresse: mudança de ambiente, mudança brusca de alimentação, presença de um novo animal ou pessoa no ambiente onde vive o animal;
• cio e parto nas fêmeas, doenças intercorrentes, uso de drogas imunossupressoras.

A demodiciose ou demodicidose (como é chama a doença), geralmente acomete animais jovens/púberes, sendo algumas raças mais comumente acometidas: Shar Pei, Buldogue Inglês, Yorshire, Doberman, Pinscher, Dachshund, Cocker Spaniel, Pit Bull, Bull Terrier, Pastor Alemão, Boxer, Dálmata. Ela pode se manifestar na forma localizada ou generalizada. Os sinais clínicos geralmente encontrados são: alopecia (perdas de pelo), eritema (pele avermelhada) ou hiperpigmentação (escurecimento da pele), hiperqueratose (espessamento da pele), descamação de pele que leva a formação escamas ou caspas.

Quando localizada, apresenta áreas de alopecia ao redor dos olhos, ao redor da boca e nas extremidades dos membros, principalmente membros anteriores. Na forma generalizada pode acometer várias regiões do corpo do animal, cabeça, pernas e tronco. Sendo que esta forma pode aparecer tardiamente em cães adultos ou idosos

Este tipo de sarna em geral não é pruriginosa (ou seja, não causa coceira), ou apresenta prurido leve. Algumas alterações secundárias a Demodicidose podem estar presentes como, seborréia, hiperqueratose, hiperpigmanetação, foliculite, infecção bacteriana e fúngica.

O diagnóstico é obtido através de realização de um raspado de pele, onde com ajuda do microscópio é possível a visualização do ácaro causador. Em alguns casos crônicos, com alterações secundárias graves, ou na raça Shar Pei, o diagnóstico definitivo só é possível através da realização de biópsia da pele do animal.

Tratamento
Com relação ao tratamento, por se tratar de uma doença que tem por base alteração genética e que pode ser predisposta por fatores externos como o estresse, o tratamento definitivo pode não ser possível, principalmente na forma generalizada. A forma localizada responde bem ao controle, sendo as opções de tratamento:

Tratamento tópico:
• utiliza-se um xampu apropriado que “prepara” a pele, para em seguida receber um medicamento que vem na forma líquida, e é diluído em água, (numa proporção adequada), e aplicada por todo o corpo do animal ou;
• medicamento do tipo “spot-on” (que contenha princípio ativo que age da Demodicidose), que vem em forma de pipeta e é aplicado no dorso do animal.

Tratamento sistêmico:
• Medicamento em forma de comprimido, específico para cães ou;
• Injeções aplicadas pelo Médico Veterinário.

O tratamento para Demodicidose em geral dura de 2-3 meses, e a freqüência de uso do medicamento varia de acordo com o tratamento prescrito pelo Médico Veterinário. Quando o animal apresenta infecções fúngicas ou bacterianas secundárias, pode ser necessário uso de outros medicamentos concomitantes para acabar com tais infecções. Independente do tratamento prescrito, ele só deve ser parado, após obtenção de 3 raspados de pele negativos.

Obervações:
• Cães com sarna demodécica não devem ser reproduzidos, para evitar disseminação do problema;
• A castração das fêmeas pode ser indicado, pois como visto o cio e o parto podem ser fatores desencadeantes para o aparecimento do problema;
• Cães que manifestaram Demodicidose generalizada na fase adulta ou idosa, devem passar por exames mais detalhados, em busca de doenças concomitantes, como neoplasias, doenças imunossupressoras ou metabólicas. Lembrando que os medicamentos utilizados para o tratamento da Demodicidose, podem apresentar efeitos colaterais, sendo que algumas raças são mais predispostas a tais reações.

Portanto o tratamento deve SEMPRE ser prescrito e acompanhado pelo Médico Veterinário.

Fonte: Abrabull

Mengibson Bulldog

Bulldog Inglês Reprodução

BULLDOG INGLÊS REPRODUÇÃO 

Os problemas de reprodução, encontrados pelos criadores são numerosos e diferentes uns dos outros. Estes problemas constituem um sério entrave ao sucesso desta criação e decorrem das particularidades da anatomia e fisiologia da raça, fixadas pela seleção.

ACASALAMENTO É DIFÍCIL
Muito pesado e compacto, de uma natureza bastante linfática, o macho sente uma dificuldade para um acoplamento natural. Quase sempre são necessárias providencias para manter os parceiros unidos e permitir o acasalamento. Por isso a maioria dos criadores, no mundo inteiro, utilizam da técnica de IA (inseminação artificial), que é o método mais eficaz, seguro e menos estressante tanto para o macho quanto para a fêmea.

A TAXA DE FECUNDIDADE É FRACA
Ainda que os cios das fêmeas sejam notados, a data de ovulação é extremamente variável. Existe um considerável percentual de fêmeas hipo férteis.

O PARTO RARAMENTE É FÁCIL E NATURAL
É notório que se trata de uma raça que apresenta problemas de reprodução; porque hoje a raça apresenta o terço anterior do corpo amplo e potente e uma pelves estreita e fina. Isto não é tudo, nenhuma outra raça tem um tamanho de cabeça em proporção ao corpo tão grande o que contribui para tornar difícil o parto que, habitualmente se realiza por cesariana.

A seleção foi baseada no tamanho da cabeça e na largura dos ombros, sem se preocupar com a adaptação da bacia da cadela; porque, eventualmente, face a alguma deficiência hormonal, a cadela não entre em trabalho de parto; porque muito amiúde, há presença de um ou vários filhotes com edema, ou a contração anormal de uma trompa uterina provoca a retenção de toda a ninhada; porque o tonos muscular é fraco muitas vezes, correspondente ao caráter tranqüilo de grande parte dos exemplares da raça o que impede a expulsão de todos os filhotes, acarretando uma cesariana de urgência, feitas em condições difíceis numa cadela já esgotada. Pesquisas realizadas indicaram um percentual muito baixo para a possibilidade de uma fêmea de Bulldog parir normalmente uma ninhada inteira, como ocorre com outras raças.

Muitos filhotes são perdidos por sofrimento fetal, porque algumas pessoas desconhecem estas estatísticas ou preferem desconsidera-las. Noutras ocasiões alguns profissionais que prestam atendimento ao proprietário da cadela, por desconhecer os problemas da raça, ou por não se convencerem quando alertados sobre estes problemas, induzem o proprietário a crer na possibilidade do sucesso de um parto normal.

Fonte: Abrabull

Mengibson Bulldog

Bulldog dicas básicas para o futuro proprietário

Bulldog dicas básicas

1– A escolha de um filhote é talvez o momento mais importante, pois a partir dali será formado um vínculo de amizade com seu esperado Bulldog. Tente conter a ansiedade se em determinado momento não tiver disponível o filhote que você deseja. É fundamental que ele seja adquirido em um Canil sério e comprometido com a Raça. É muito comum vermos em redes sociais ou sites, pessoas sem o menor conhecimento sobre o Bulldog vendendo filhotes, que são frutos de cruzamentos envolvendo cães fora do padrão da Raça. Fuja destas ciladas!

2– Um Bulldog fruto de cães fora do padrão da Raça, pode apresentar problemas de:

a) temperamento (muito tímido ou muito agitado, e até agressivo),

b) saúde (problemas de toda sorte que irão representar seguidas idas ao veterinário e sofrimento para o animal doente, talvez por toda sua vida)

c) falta de tipicidade (filhotes que eram bonitinhos até os 3 meses de idade crescem e viram cães atípicos que nada se parecem com um Bulldog de verdade (tornando-se pernaltas, prognatas em excesso, orelhas em tulipa, etc)

Fuja de criadores que não selecionam seus cães e que fazem cruzamentos sem um mínimo de investimento em estrutura do canil e no plantel de reprodutores. Um anúncio na internet que só mostra “lindos filhotinhos com lacinhos e dentro de uma cestinha” podem cativar o futuro proprietário, mas escondem muitas vezes Canis que não tem preocupação com a qualidade de seus cães. São engodos que servem para atrair o cliente que age por impulso.

Filhotes serão sempre bonitinhos, tanto no Canil sério quanto no criador de fundo de quintal. Cabe ao futuro proprietário, pesquisar sobre a seriedade e idoneidade do Canil e sobre o padrão da raça. É comum as pessoas se preocuparem só com o preço do filhote. Este é um grande erro, pois no Bulldog o barato sai caro. Se você não dispõe de uma quantia pedida pelos melhores Canis, aguarde ou negocie um parcelamento. Bulldog será sempre um cão caro. No Bulldog não existe “bom, bonito e barato”. Se o futuro proprietário não tem condições de pagar o preço de um bom exemplar, muito provavelmente não terá condições de manter um Bulldog. A raça exige ração de primeira (as chamadas linhas Super-Premium) e um Bulldog bem cuidado custa sim um bom montante mensal. Se sua preocupação básica é o valor de um filhote e o custo mensal que terá com ele, o ideal talvez seja aguardar outro momento ou escolher outra raça.

3– Cor e sexo de um filhote são questões de gosto pessoal na hora de escolher um Bulldog. Não há o cão ideal e sim uma empatia entre você e seu futuro Bulldog. Sugerimos que não feche as portas para nenhuma opção, pois mais importante que a cor e sexo de seu Bulldog, sem sombra de dúvidas, é a origem dele. Um exemplo: muitas pessoas, por desconhecimento, não querem Bulldogs tigrados, mas esta é a marcação da maioria dos cães campeões nos Estados Unidos e na Europa e talvez a preferida pelos criadores. Ou seja, tente guiar sua escolha pela qualidade do filhote e deixe sexo e cor em segundo plano.

Idade também não deve ser um fator preponderante. Filhotes começam a ser vendidos e entregues aos novos proprietários a partir de 2 meses de idade, mas isso não quer dizer que um filhote de 4 ou 6 meses não será um bom companheiro. Mais uma vez, a dica é comprar um filhote de um Canil sério e que selecione a raça. Mais vale um Bulldog um pouco mais velho, de origem conhecida, do que um filhote gorducho de 50 dias, de um Canil “nebuloso” em termos de confiabilidade. O filhote que hoje tem 50 dias e parece muito fofo e saudável, daqui há pouco tempo terá 6 meses e aí será tarde demais para arrependimentos.

Visite os criadores que lhe passaram maior confiança e veja a ninhada e os pais, ao vivo, para fazer uma melhor escolha sobre o filhote. Se você pensa em comprar um Bulldog para “lá na frente” quando for adulto, poder cruzá-lo e ter filhotinhos, seja para ganhar dinheiro ou para “ter netinhos”, esqueça. Criar Bulldogs é uma coisa muito séria e que exige muito tempo, conhecimento, trabalho, dinheiro e dedicação. Não é uma tarefa para leigos. Por isso um bom Bulldog sempre custará caro, em relação a maioria das raças. Bulldog nunca será um investimento. Se você quer ganhar dinheiro, aplique o dinheiro ou jogue na loteria.

Digamos, que agora você já pesquisou bastante pela qualidade e não pelo preço, sexo, cor ou idade e adquiriu seu primeiro Bulldog de forma consciente: Parabéns! Você fez tudo certo e tem tudo para ter um grande amigo ao seu lado, para desfrutar muitos momentos de alegria.

Veja as dicas relacionadas ao dia-a-dia de quem tem um Bulldog:

4– Bulldog e calor forte não combinam. Por ser uma raça braquicefálica, ou seja, de focinho curto, passeios só pela manhã bem cedo ou no fim da tarde e a noite. O cuidado no verão com o calor é certamente o cuidado principal que devemos ter com o Bulldog.

5– Sempre deixe seu Bulldog com água fresca a disposição e em local arejado, com opção de sombra. Em apartamentos, observe se onde ele fica (varanda por exemplo) não vai bater o “sol da tarde”, que pode ser fatal. Bulldogs não são cães frágeis, mas se tem uma coisa que eles não suportam é calor forte!

6– Em cidades mais quentes ou no verão, ventilador e ar-condicionado são itens essenciais, caso seu apartamento ou casa, não seja bem arejados ou não bata nenhum ventinho é fundamental ter no mínimo um ventilador ligado refrescando o ambiente onde está seu Bulldog.

7– Passeios devem ser curtos e sempre fique atento a respiração do seu Bulldog. Como um ser humano, o Bulldog até pode ir se condicionando (ganhando resistência) para caminhar maiores distâncias, mas mesmo o Bulldog mais atlético do mundo, sempre deverá ser monitorado. Se a respiração ficar muito forte (muito ofegante) pare imediatamente e se possível refresque-o com água para beber e/ou molhar seu corpo. Se estiver muito calor, sempre todo cuidado é pouco e o passeio deve ser bem curto, só o suficiente para ele fazer xixi e cocô. Horários a partir de 11h da manhã são totalmente contra-indicados.

8– Se o Bulldog ficar muito ofegante, pode ser uma boa ideia parar e esperar ele recuperar-se completamente ou então retornar imediatamente para casa carregando-o no seu colo. Sim, o Bulldog é pesado, mas a vida dele pode estar literalmente em suas mãos. Passeio de Bulldog deve girar em torno de 10 a 20 minutinhos (dependendo da idade, estado físico do animal e principalmente, da temperatura do dia). Fatores como stress e muito movimento de pessoas e carros, pode contribuir com o stress do Bulldog, só piorando as coisas.

9– Se o seu Bulldog vai passear de carro, acostume-o desde filhote. E claro, com ar-condiconado ligado sempre. Esta dica de acostumar-se desde cedo, vale para quase tudo que um Bulldog poderá vivenciar de “diferente” ao longo da vida, não só andar de carro. Andar de elevador, entrar numa caixa de transporte, subir e descer escadas, ser saudado por pessoas estranhas, etc. Todas estas experiências devem ser realizadas com certa frequência, desde filhote até a idade adulta, assim aumentamos as chances de criar um Bulldog bem socializado, sem medos, sem traumas e acostumado com as mais diversas situações do dia-a-dia. O contato com pessoas e outros cães também é algo muito saudável para seu Bulldog. Cães muito solitários e com pouco contato com humanos, pode se tornar muito tímidos, ou pior, agressivos.

10– Bulldogs por natureza são extremamente dóceis e brincalhões, mas alguns filhotes que chamamos de “alfa” (temperamento mais dominante) devem ser educados com firmeza desde cedo. Aliás todo filhote, de qualquer raça, deve saber que “não” significa “não”. Seja firme ao ensinar seu filhote. Assim como na educação de crianças, quem ama dá limites. Um filhote que só é paparicado e que não sabe seus limites, pode se tornar (igual a uma criança humana) um tirano. E se for um Bulldog alfa, pode se achar o dono do pedaço quando for jovem ou adulto. Bulldogs, como já dissemos são muito dóceis e brincalhões, e um pouco teimosos, mas já imaginaram um cão adulto, muito forte, de 25kg que seja desobediente? Ensine desde o começo que você é quem manda. Não precisa usar força, e muito menos bater! Mas seja firme na educação do seu Bulldog e mostre desde o primeiro dia que você é “o líder da matilha/família”.

11– Desde filhote até a idade adulta, a vasilha de ração só deve ficar disponível por certo tempo. Uns 15 minutos, mais ou menos. Se o cão não comer tudo, retire a vasilha, para que ele se acostume com horários. Isso também faz parte da educação dele. Se a vasilha permanecer lá o dia todo, além de facilitar o aparecimento de formigas, seu Bulldog “criará” seus próprios horários, e como vimos no item anterior, sua função primordial como dono, é educá-lo e ensinar as regras da casa. Você manda e ele obedece. Não o contrário.

12– Todo Bulldog adora carinho, mas sua relação com ele não deve se resumir exclusivamente a isso. Para que o filhote ou adulto o respeite como “líder da matilha”, mostre sempre que sua “função” não é apenas dar carinho. Bulldogs vão curtir brincadeiras com bolinhas, passeios ou simplesmente assistir TV ao seu lado, tanto quanto um afago neles. Dose cada uma destas atividades, para que ele não veja os moradores da casa, como única e exclusivamente “fornecedores de carinho”. Como na educação de uma criança, a chave é diversificar e há hora pra tudo. Como já falamos antes, qualquer raça de cão que seja muito mimado, e criado sem regras, pode tornar-se um tirano, quando jovem e adulto.  Aí será muito mais difícil corrigi-lo. Todo cão adora um líder, então seja o líder dele antes que ele ache que o dono é um “banana” e que ele é que deve assumir a posição de “reizinho do lar”.

13– Num simples passeio pela rua, você já demonstra seu comando sobre seu Bulldog. Lembre-se que você é que está segurando a ponta da guia. Você vai determinar quando parar e andar e onde ele pode fazer xixi (por exemplo, você permite ele fazer xixi em alguns postes, mas não em todo poste ou hidrante que ele passar).

Observamos muitas pessoas que são literalmente puxadas pelos seus cães, num passeio na rua. Isso é errado! Você está no comando. Uma guia do tipo “enforcador” normalmente é a mais indicada para controlar bem um Bulldog. Nove entre dez criadores usam este tipo de guia. Já as colerias com peitorais ou daquelas que esticam, dificultam seu controle sobre o animal, ainda mais se considerarmos a força de um Bulldog adulto. Com o enforcador, o passeio será muito mais tranquilo e sem representar qualquer dor ao cão. Se ele puxar muito, sentirá uma leve pressão e vai parar imediatamente de puxar. Aquelas coleiras de couro, cheias de pinos, podem ser bonitas e parecem com as de desenho animado, mas tem pouco efeito prático. Lembre-se que se o cão for educado e submisso ao dono, até um fio de barbante serviria como guia. Não adiante medir forças com um Bulldog, ele tem que obedecer ao dono e outros membros da casa, porquê assim foi educado. Os Bulldogs que participam de exposições obedecem a seus donos e condutores (chamados de “handlers”) e as guias usadas nestes eventos são bem finas, ou seja, mais uma vez, não é preciso coleiras e guias reforçadas, desde que você seja o condutor do passeio e não o cão.

14– Oitenta por cento dos Bulldogs, hoje em dia, vivem em apartamentos, por tanto muita atenção ao piso liso (porcelanatos, cerâmicas, etc). São pisos bons para limpeza mas péssimos para os aprumos de seu Bulldog. Especialmente nos primeiros meses de vida, quando a estrutura óssea do Bulldog está em formação e o crescimento do Bulldog é muito rápido! Poucas raças ganham tanto peso e crescem tanto quanto o Bulldog até um ano de idade. O ideal é manter seu filhote num peso controlado, nem muito magro (claro) e nem muito gordo. Sobrepeso no Bulldog e um piso liso são inimigos das articulações dele e podem causar um cão adulto com problemas ortopédicos. Se possível o Bulldog deve passar a maior parte do dia em pisos não escorregadios.

15– Varandas normalmente possuem pisos mais ásperos e por isso são boas opções para seu Bulldog passarem a maior parte do tempo. Esta é uma raça que não exige grandes espaços, desde que tenha seus 2 ou 3 passeios, na rua, por dia. As vezes o proprietário pensa que deixar o seu cão na varanda é uma tortura ou “confinamento” mas se esta varanda tiver um tamanho razoável, e piso mais áspero que do interior do apartamento, pode ser uma boa para a saúde dele. Bulldogs são talvez os cães que mais tempo dormem durante o dia, então esta pode ser uma boa opção, lembrando-se claro do que já falamos sobre água fresca/sombra/locais arejados X calor/stress/sol da tarde.

16– Áreas de serviço e cozinhas, também são boas opções para quem quer proteger móveis e tapetes do apartamento. Filhotes em todas as raças passam por fases destrutivas. Você pode até dar sorte de ter um Bulldog que pouco morda as coisas ou até não morda nada, mas via de regra isso deverá acontecer, especialmente quando ele passar pela troca de dentes (até cerca de 5 meses). E claro, um cãozinho não sabe a diferença entre um móvel barato e um caro e antigo que está há anos na família. Na dúvida fique de olho e só deixe ele perto destes móveis e tapetes caros, quando tiver alguém por perto, supervisionando, até mesmo para ensiná-lo (como já falamos antes) com um firme: NÃO!

17– Hoje em dia a maioria das pessoas trabalha fora então é claro que seu Bulldog precisará de brinquedos e distrações para as horas que passará longe de você. Se tiver alguém na casa ou apartamento, uma empregada por exemplo, já será melhor do que ninguém. Muitos nos perguntam se um Bulldog pode ficar horas sem a presença dos donos. A resposta é sim, eles podem e acabam se acostumando, mas sempre será melhor que tenha uma pessoa por perto ou então que o tempo que fique sozinho não seja muito longo, até mesmo para que seja limpo algum xixi ou cocô, evitando que o ambiente fique sujo por muito tempo. Bulldogs não são cães que latem muito, e esta característica o tornam muito bem vindos em prédios e condomínios, mas não é porquê eles quase não latem, que não gostariam de ter alguém por perto. Agora, se você viaja muito ou passa o dia todo fora, o Bulldog talvez não seja a raça ideal para você. O Bulldog é uma raça de companhia, e claro, gosta da presença de seres humanos.

18– Além de ser silencioso, outro fator que faz do Bulldog um cão excelente para apartamentos é o fato de serem cães limpos. Se sua opção for ter o Bulldog que fique a maior parte do tempo numa varanda (como já discutimos antes) ele evitará ao máximo fazer xixi e cocô no local onde fica e se alimenta. Mas para que estes acidentes não ocorram, é óbvio que deve se criar uma rotina de passeios, no mínimo de manhã e a noite (o ideal seria um terceiro passeio, no meio da tarde). E Bulldogs adoram rotinas e horários. Em geral após comer, seu cão provavelmente vai querer “ir ao banheiro”, por isso pode se criar uma rotina de passeios e a tendência é que seu Bulldog só vá fazer xixi e cocô na rua. Como já falamos antes, nos dias atuais (em que todos andamos com pressa e com pouco tempo para executar tantas tarefas diárias), outra grande vantagem do Bulldog é que os passeios são curtos e eles mesmos vão te olhar, em determinado momento, com aquela carinha de “vamos voltar pra casa?”.

19– O criador sério será o primeiro a solicitar que mantenha sempre contato e dando notícias do seu filhote, até o resto da vida dele. Se surgirem dúvidas (e elas vão surgir) sempre entre em contato com o criador, antes mesmo de ir ao veterinário, a menos que seja uma emergência em que a vida de seu Bulldog esteja em risco. A experiência de um criador pode ajudar a solucionar rapidamente problemas que você considerava dificílimos de resolver.

20– Uma forma rápida de comunicação entre o proprietário e o criador é por e-mail e mandar alguma foto atual do seu filhote, pode ajudar o criador a orientá-lo se o crescimento de seu cão está dentro da normalidade. Tarefa esta que nem sempre os veterinários estão acostumados, por se tratar uma raça ainda não muito popular no Brasil. Há muitos profissionais excelentes, mas infelizmente há também muitos sem experiência com a raça. Veja se o criador de onde você comprou seu Bulldog, pode lhe orientar quando precisar de uma ajuda mais específica, como a indicação de um veterinário especializado em: ortopedia, dermatologia ou oftalmologista.

Considerações finais:

Ter um Bulldog é uma experiência fascinante e que compensa todo trabalho descrito nestes 20 itens, mas é preciso amar muito esta raça e ter certeza que é a raça que você quer.  Somos apaixonados pelo Bulldog, e sempre é uma grande satisfação sabermos que um novo Bulldoguinho está indo para um novo lar, onde será amado, muito bem educado e cuidado. Informe-se sempre, e procure ajuda de pessoas realmente credenciadas a falar sobre esta raça. Esta é a melhor maneira de mostrar seu amor ao Bulldog.

Carlos Albuquerque
JAVARY BULLDOGS

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Bulldog principais doenças da Raça: Parte I

Bulldog principais doenças

O Bulldog Inglês é reconhecido como um excelente animal de estimação para uma família por causa de sua tendência a formar laços fortes com as crianças. Ele tende a ser gentil e protetor. A raça requer preparação e disciplina por parte do dono para poder educá-lo e exercícios regulares, pois tende a ganhar peso e ficar obeso. Seu nariz curto o torna propenso ao superaquecimento (heat stroke ou hipertermia) em clima quente, principalmente no verão.

Apesar de gracioso e gentil, pode chegar a pesar mais de 30 kg e, por isso, deve ser avaliada a disponibilidade de espaço e de tempo para atividade física. Ele vive, em média, em torno de 8 a 10 anos.

Heat Stroke ou Hipertermia: Doença de calor que ocorre quando os animais são expostos a temperaturas ambientais altas ou situações de estresse.

Síndrome do Cão Braquicefálico (cães de nariz curto), cujas anormalidades faciais resultam em dificuldade de respiração e ronqueira.

Dificuldade de parto ou Distócia que é o termo usado para descrever o parto difícil. Devido às suas grandes cabeças, é difícil passar no canal pélvico (bacia da mãe). Para o nascimento desses filhotes, normalmente recorremos às cirurgias de cesarianas.

Hiperplasia vaginal nas fêmeas durante o cio, A hiperplasia vaginal acomete frequentemente cadelas e acontece em fases do ciclo estral onde há produção de estrogênio, ou seja, pró-estro e estro.
Com o estrogênio atuante, ocorre edema excessivo, aumento de tamanho das dobras de mucosa e hiperemia do tecido vaginal, podendo ocorrer ou não a exteriorização através da vulva.

Dermatite de dobra facial que é o problema de pele que ocorre quando as dobras faciais retém a umidade, ocorrendo então uma infecção.

Dermatite interdigital, também conhecida como pododermatite, que trata-se de uma inflamação das patas.

Criptorquidismo é o termo utilizado para descrever a situação quando um ou ambos os testículos não descem para o escroto e permanecem no abdômen.

Displasia Coxo Femural: É uma malformação da articulação do quadril, que resulta em dor, claudicação (manqueira) e artrose.

Hipoplasia da Traqueia: É uma traqueia menor que resulta em dificuldade de respirar e pode aumentar as chances de desenvolver pneumonia.

– O hipotireoidismo: É uma hipoatividade da glândula tireoide, que pode resultar em lentidão, ganho de peso e doença grave.

O Olho da Cereja (Cherry Eyes): É um prolapso da terceira pálpebra. Apesar de não ser uma lesão grave e não causar cegueira, o prolapso pode ser irritante para a superfície do olho e causar lacrimejamento persistente e dor ocular.

Entropion: É um problema com a pálpebra que pode irritar a superfície do globo ocular e pode levar a problemas mais graves.

Distriquiase: É uma condição em que há crescimento dos cílios e fora do lugar normal, levando à irritação do olho.

Ceratoconjuntivite Seca ou Olho Seco: É uma doença do olho devido à baixa produção de lágrima.

Displasia de Cotovelo, causando dor e artrose dos membros anteriores.

Prolapso uretral , O prolapso de uretra não é comum em cães mas é mais observado em animais machos jovens de focinho curto (braquicefálicos) como Bulldog Inglês, Boston Terrier, Pugs e Buldog Frances. Normalmente o prolapso acontece durante um período de excitação prolongada, em que o animal promovem o auto-traumatismo da extremidade do pênis em objetos como almofadas e travesseiros. Em outros cães o prolapso pode ocorrer após atividade sexual.

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Continuem Lendo a parte II

Fonte: Petcare

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Bulldog principais doenças da Raça: Parte II

Bulldog princípais doenças da Raça

Sarna Demodécica 

O Demodex canis é um ácaro residente normal da pele canina. 
Constatou-se que o contágio ocorre por contato direto da cadela saudável com os neonatos em aleitamento, durante os 3 primeiros dias de vida do filhote. O ácaro pode ser encontrado nos folículos pilosos de filhotinhos com apenas 16 horas de idade, principalmente na região do focinho, evidenciando o contágio por contato direto durante a amamentação. A transmissão in utero não ocorre e a transmissão do ácaro fora o período neo-natal é infrequente.

Quando ocorrem estados de imunodeficiência geral do animal por motivos variados, e conseqüentemente uma falha nos mecanismos de defesa próprios da derme, a pele do cão torna-se ecologicamente favorável à reprodução e crescimento do Demodex canis. Os parasitas “agarram” essa oportunidade para colonizar os folículos pilosos, elevando sua população em milhares de ácaros.

Há autores que admitem que o “ataque dos ácaros” se instala quando o cão não está bem alimentado ou apresenta deficiências nutricionais. Outras doenças, principalmente a cinomose, predispõem aos cães sarna demodécica. Banhos freqüentes com sabões alcalinos tornam a pele suscetível ao “ataque dos ácaros”. Ainda de acordo com os autores, dentre os fatores considerados predisponentes destacam-se o estresse, o cio, a endoparasitose e a doença debilitante.

O demodex sobrevive alimentando-se do conteúdo das células epiteliais e sebo do folículo piloso.
De acordo com pesquisadores, a presença de grandes quantidades de ácaros causa dano e afrouxamento das hastes dos pelos, terminando com a queda dos mesmos, desde o folículo, resultando em quadro de alopecia.  A patogenia decorre da presença de demodex nos folículos pilosos e glândulas sebáceas ocasionando sua dilatação, permitindo assim a invasão bacteriana. Doenças fúngicas também podem ocorrer como infecção secundária.


A proliferação exacerbada do Demodex canis, resultando em um quadro claro de problemas dermatológicos, é conhecida como sarna demodécica. Outros sinônimos para esta patologia são: demodicose, sarna negra, sarna vermelha e sarna folicular.


A sarna demodécica pode ser classificada de acordo com a sua distribuição corpórea (localizada ou generalizada)  e de acordo com a faixa etária das primeiras manifestações (juvenil ou adulta). Acredita-se que o curso, o prognóstico e, inclusive, as causas dos dois tipos são amplamente diferentes.

Para fazer o diagnóstico da doença é preciso realizar o exame de raspado da lesão. (leia-se: impossível fechar diagnóstico no “olhômetro”)

O tratamento alopático consiste em tratar as infecções secundárias e eliminar a infestação do demodex através de terapia específica.
Fonte: Blogspot – Villechamonix
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Ficha Técnica Bulldog Inglês

Bulldog Padrão

Ficha Técnica Bulldog Inglês

País de origem: Grã-Bretanha
Nome orginal: Bulldog
Grupo 2: Pinscher, Schnauzers e Molossóides
Utilização: Companhia
Porte: Médio
Necessidade de exercício diário: Média
Temperamento: Afetuoso, Leal, Confiável, Corajoso
Adestrabilidade: Média

Padrão da Raça

O Bulldog Inglês é um ótimo cão para apartamento

O Bulldog é bem tranquilo dentro de casa e apenas algumas brincadeiras serão suficientes para satisfazer parte de suas necessidades de exercícios diários. A raça ‘Bulldog‘ se adapta melhor em climas temperados, e certamente eles tem dificuldade para se resfriar em um clima muito quente.

O Bulldog Inglês como todas as raças de cachorros necessita fazer ao menos duas caminhadas diárias para suprir suas necessidades de condicionamento físico. Sempre tenha em mente que todo cachorro deverá andar ao lado ou atrás de você, para que fique bem claro sua posição de liderança na cabeça do cachorro. Também é importante ensinar ao seu cachorro que ele entra ou sai de portas, portões e entradas, somente após você tê-lo feito primeiro. Pequenas atitudes muito simples como estas manterão você sempre no comando.

Cães que não caminham são mais propensos a ter problemas de comportamento. Cães são animais sociais eles caminham quase o tempo todo e é assim que estabelecem a sua posição na hierarquia social. Mas lembre-se, esta raça não pode passar calor em suas caminhadas e em geral eles não precisam, nem devem movimentar-se de forma acelerada nem devem passear por períodos muito longos.

A fator importante para uma saúde física e mental é a cultura da Medicina Veterinário Preventiva.

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Fonte: http://www.blogdocachorro.com.br/racas-de-cachorros/buldogue-ingles/

Como saber se o cachorro está com febre

Como saber se o cachorro está com febre

Muitas pessoas se enganam quando vão medir a temperatura de um cão. A temperatura normal de um cachorro saudável varia de 38,5 a 39,5 graus, diferente dos seres humanos. Por isso as pessoas que não sabem disso se assustam quando vão medir a temperatura e acham que o cachorro está com febre sem que ele realmente esteja.

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Se a temperatura do seu cão está acima dos 40 graus, recomendamos que leve-o imediatamente ao veterinário, pois isso é sinal de que alguma coisa não vai bem em seu organismo. Ele pode estar com uma infeccção ou alguma falha no sistema imunológico.

Sintomas da febre

O cão apresenta alguns sinais de que está com febre, como: focinho quente e seco, olhos lacrimejantes ou embaçados, apatia, falta de apetite e nervosismo. Quando a febre é muito alta, o cachorro, assim como as pessoas, pode sofrer tremores.

Como medir a temperatura do cachorro com um termômetro normal

Você vai precisar de um termômetro. Não precisa ser um termômetro específico para cães (embora sejam vendidos, são iguais aos nossos). Compre um termômetro comum para seres humanos e deixe-o reservado para o uso no seu cão.

1. Sacuda o termômetro até o nível do mercúrio ou a temperatura estiverem marcando pelo menos 35 graus.

2. Lubrifique o termômetro com Vaselina ou algum gel lubrificante.

3. Se seu cão for agitado, peça pra alguém segurá-lo pra você. O ideal é que ele esteja deitado para que não haja o risco dele sentar no termômetro.

como medir a temperatura do cachorro3. Introduza 1/3 do termômetro no ânus do seu cão.

4. Deixe por 1 a 2 minutos.

5. Cheque a temperatura no termômetro.

6. Não esqueça de limpar o termômetro após o uso.

Termômetros especiais

Existem termômetros especiais que ajudam a medir a temperatura através da orelha do cachorro. É uma forma mais prática – porém mais cara – de saber se seu cachorro está com febre.

Como baixar a temperatura em casa

O ideal é que você leve-o ao veterinário se confirmar que a temperatura do seu cão está acima dos 40 graus. Caso queira tentar diminuir a temperatura, veja o que você pode fazer:

– faça seu cachorro beber bastante água. Se ele não aceitar água normal, tente água de coco natural.

– se ele estiver com tremores, cubra-o com uma manta leve, fique ao seu lado o máximo possível para ele se sentir reconfortado.

– um banho quebrado (morno quase frio) pode ajudar a diminuir a temperatura do corpo.

Sempre acho melhor consultar um médico do que ficar tentando coisas caseiras. Nunca sabemos o que pode estar acontecendo no corpo do nosso cachorro…

Doenças da Raça

Fonte: http://bullblogingles.com/2015/04/como-saber-se-o-cachorro-esta-com-febre/